Aquele sobre as tatuagens

Meses atrás, no meio do expediente, a Priscila, nossa estagiária de design no trabalho, pediu uma ajuda para um trabalho da faculdade. Ela queria que eu gravasse um vídeo falando sobre as minhas tatuagens com a promessa de que isso não sairia do “meio acadêmico”. Não achei tão ruim assim e, embora esteja morrendo de vergonha, resolvi postar. Até porquê vivem me perguntando sobre as motivações para fazer cada tattoo. Sim, eu sou meio fanha, falo baixo, e em meio ao nervosismo erro palavras e digo coisas sem sentido (eu sei que “mar de balões” foi horrível e também tenho consciência de que essa origem das matrioshkas é meio controversa). Nunca fui muito boa pra essas coisas. Os créditos vão todos à Pri. O falatório está sem edições, pois gravei corrido sem fazer pausas (por isso as falhas), mas foi ela quem acrescentou as fotos “complementares” ao vídeo.

Bom, não me zoem muito. Espero que gostem.

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12 comentários sobre “Aquele sobre as tatuagens

  1. Aeee que lindaa! relaxa que vc leva jeito na frente de uma câmera ahahah
    agora sim, registrado online! (:
    obrigada pelos créditos! mas isso tudo não teria rolado se a autora não tivesse topado! hahah

    espero ver futuras tattos! bjoo

    • Levo jeito naada, menina. Até hoje não acredito que tive coragem de postar esse vídeo. Mas né, já estava feito, vivem me perguntando o significado das tattoos… por que não? Vamos ver se teremos futuros rabiscos. Obrigada, Pri!

    • Obrigada, Nina! Olha, dá um medo mesmo, não posso negar. Mesmo depois de fazer duas fui pra sessão do Balão meio apavorada. Por isso tem que ser algo que signifique muito pra você, aí você até consegue abstrair a dor (que é suportável, vai por mim!). Beijo!

  2. Lidy, que fofa você! <3
    Suas tatuagens são muito belas, já tinha visto foto de algumas no Instagram, mas parece que elas ficaram mais bonitas ainda agora que soube da história por trás, hahaha. Eu acho tatuagem um troço muito massa, principalmente essas grandes e super coloridas como as suas, acho lindo mesmo, mas cadê a coragem? Nem é medo da dor, é que ainda não consegui o desprendimento necessário para bloquear aquelas ideias bestas de me imaginar rabiscada com um neto no colo, ou então a ideia de que dali uns 2 anos aquilo pode não significar mais nada. Sei que no rolê dos tatuados esse meu papo não faz o menor sentido, mas ainda não consegui me livrar dessa polícia interna. Quem sabe um dia?

    Enfim, a do balão <3333 muito amor a história, adorei o significado por trás e esse elefante é a coisa mais fofa!

    beijo!

    • Ahh, fofa é você, dona Anna! <3 E já começo dizendo que ja-mais te julgaria por esse receio em fazer tatuagem. Foram coisas que passaram pela minha cabeça também, não nego. E tenho vários amigos que reportam o mesmo "problema". É aquela coisa: se alguém vem me dizer que tem vontade de fazer uma, super incentivo. Se diz que tem receio, já digo que é melhor nem ir adiante. Assim como tem gente que faz mais por gostar da "arte", abstraindo qualquer significado. Ou seja, para quem tem receio, o recomendável é fazer só se tiver algum significado forte para a pessoa.

      Sou muito suspeita para falar do balão, meu maior xodó! E acabou sendo uma experiência legal porque até o tatuador estava empolgado para fazê-la. Foi muito bom encontrar um desenho que traduzisse tantas coisas para mim com tamanha beleza :) Obrigada pela visita, bonita! Beijo!

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