Coração elétrico

Não é bom quando você abstrai a existência de um artista (por motivos de: informações demais e tempo de menos) e, por meio de um link aleatório do twitter o redescobre? E ainda constata que ele continua tão genial como na época em que o conheceu? Parece que foi ontem, mas deve fazer muito tempo pois ele já está até com livro publicado. Ando me prendendo a essas bobeiras para fugir de dias ruins e foi de uma felicidade imensa reencontrá-lo (quase) ao acaso.

Gabriel Pardal me foi apresentado por um amigo. Tomei um susto ao entrar no site oficial depois de tanto tempo. Ao que tudo indica o primeiro contato foi com o texto acima, mas não tenho certeza. Acho que na época não tinha nem domínio, só textos em algum servidor de blogs que se perdeu no meio das zilhões de links nos favoritos.

Agora tem vídeo, imagem, foto, música (!), um monte de coisa. Para revirar o bom e velho “ver postagens mais antigas” até perder a noção do tempo.

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