Alice e o surrealismo

“Now, here, you see, it takes all the running you can do, to keep in the same place. If you want to get somewhere else, you must run at least twice as fast as that!”

Não importa se é no País das Maravilhas ou Através do Espelho – Alice sempre trouxe lições valiosas sobre a vida. Mesmo com dizeres disfarçados em aparente banalidade. No momento, então, fazem mais sentido do que nunca.

Et bien, se não está fácil, nós não deveríamos hesitar em procurar algo de belo em tudo que pareça remeter à angústia.

Gosto não se discute, mas em uma visão mais superficial, posso dizer que toda a trajetória de Alice – nos dois livros – me deixou com agonia do início ao fim. Mesmo com um desfecho que ameniza o desenrolar dos fatos, partilhava o desespero da personagem em meio ao desconhecido.

Quem melhor poderia ilustrar a tênue linha entre o nonsense o absurdo? Salvador Dalí, claro. Embora seja notícia antiga, desconhecia as ilustrações feitas pelo mais conhecido dos surrealistas para Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.

O material foi digitalizado neste ano pela William Bennett Gallery. Todo o conteúdo pode ser conferido aqui.

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